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Com 64 anos, o agricultor Paulo Roberto Santana carrega no rosto as marcas de uma prática agrícola precária. São manchas provocadas pelo câncer de pele que contraiu por causa do sol e dos venenos químicos aplicados durante 12 anos em lavouras de algodão, no interior de Minas Gerais.

Hoje, curado e sorridente, não precisa mais usar agrotóxicos. Ele passou a cultivar hortaliças e legumes no assentamento Casa Branca, em Cristalina, Goiás, com as hortas circulares da Tecnologia Social PAIS (Produção Agroecológica Integrada e Sustentável). “Por enquanto, estou alimentando a família. Mas vou produzir mais e vender na feira”, projeta.

Santana pertence a uma das 7.000 famílias benefi ciadas pela Tecnologia Social PAIS implantada em 19 estados e no Distrito Federal, desde 2005. Muitas delas já garantem o próprio sustento e conquistam novos mercados com os incentivos das instituições parceiras, a exemplo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Fundação Banco do Brasil (FBB) e do Ministério da Integração Nacional, e o apoio técnico da Fazenda Vale das Palmeiras. Serão ainda instaladas mais 2.000 unidades com a parceria do Sebrae e do Ministério do Desenvolvimento Social.